quinta-feira, 6 de julho de 2017

POLÍTICA TURCA CONSEGUIU MINIMIZAR OS CRISTÃOS DE 20% PARA 0,2% EM 100 ANOS



Estado turco confisca Património cultural cristão

António Justo
O Estado turco acaba de confiscar, pelo menos, 50 conventos, igrejas e cemitérios, dos cristãos ortodoxos sírios (Armênios/sírios) transferindo a sua posse para a Repartição estatal da religião islâmica. À perseguição e discriminação dos cristãos vem juntar-se a expropriação do seu património cultural. Com esta medida o governo pode vender e transformar em mesquitas e museus o património dos cristãos.

A Turquia considera-se exemplar, na tradição do holocausto aos cristãos arménios e da política muçulmana de estabelecer uma monocultura no exterior através de guetos e de procriação e no interior através da discriminação e da negação ao direito de cristãos se organizarem-se como personalidade jurídica; isto corresponde à negação da existência pública a grupos não muçulmanos; deste modo, outros estão expostos às arbitrariedades de um estado hegemónico já com 99% de muçulmanos, quando em 1914 os cristãos constituíam, na região, ainda 20% da população. Hoje são apenas 0,2% (125.000). A diminuição deve-se ao genocídio (mais de um milhão foram mortos 1915-1917), à expulsão e à discriminação sistemática por um Estado que se quer monocultura.

Também milhares de arménios tinham já sido expropriados pelo Estado turco nos últimos 15 anos (HNA, 4.07) na região do sudeste da Anatólia. O convento Mor Gabriel na região Midyat que data do ano 397 ainda é sede do bispado. Os arménios são dos mais antigos povos cristãos a viver na região, já desde o tempo dos apóstolos.

Os arménios também são oprimidos e expulsos das suas residências pelos partidos de conflito entre o Estado turco e os curdos. Em Tur Abdin já só vivem 2.000 arménios, o resto pediu asilo na Europa.
A igreja evangélica na Alemanha já protestou contra as expropriações, considerando tal prática um “acto consciente de destruição da cultura” na região Tur Abdin..

O islamista Recep Tayyip Erdogan implementa consequentemente a monocultura islâmica na sociedade turca.  Conta com a indiferença dos países ocidentais apenas interessados no negócio e sabe que, devido à densidade cultural histórica no país, atrairá sempre o turismo internacional, podendo-se permitir não suportar senão referências ao islão e ter todas de minorias sob controlo na perspectiva islâmica. Na Turquia é possível identificar-se um cristão através de um número do Bilhete de identidade. Assim o Estado e instituições têm mais facilidade em discriminar os seus cidadãos porque só confia em muçulmanos nas altas hierarquias e instituições.

A Turquia, um exemplo de país muçulmano moderno, é um bom exemplo de como o islão mais avançado realiza o seu futuro. A cegueira da humanidade é tanta que, a poder de tanta ideologia na cabeça, já não consegue ver nem interpretar a realidade dos factos; nega-se a discutir factores culturais da própria identidade para fomentar a expansão da alheia, sem haver reciprocidade de atitudes e comportamentos. Enfim, a irresponsabilidade europeia ajuda a esperteza dos outros. É sintomático o facto de só a Igreja evangélica protestar contra a arbitrariedade turca.
© António da Cunha Duarte Justo

PS:
Neste Link: http://www.montfort.org.br/bra/veritas/papa/papa_regensburg/ encontra-se uma boa lição sobre a razão e religião em relação aos invasores de Constantinópla. O espírito permanece o mesmo. O que o mundo muçulmano faz hoje é mera continuação da imposição através da violência e da espada. Hoje a força do maenstream é tão forte que embota a razão das sociedades ocidentais que fomentam a instalação de cavalos de troia nas suas polis sem solicitar contrapartidas que poderiam levar o mundo islámico a ser mais dialógico, tolerante e comprometido.


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

DESRESPONSABILIZAÇÃO DE OPERADORES DE WI-FI HOTSPOTS

Na Alemanha, operadores públicos de WI-FI, isto é, redes públicas sem fio, como, cafés, restaurantes ou hotéis já não podem ser processados, se usuários fizerem download de algum conteúdo ilegal ou infraccionário contra direitos autorais. A lei vem facilitarr a disponibilização de WI-FI em locais públicos. A legislação antiga responsabilizava o operador.
António Justo

MAIS UMA INTROMIÇÃO DO ESTADO EM QUESTÕES DE INTERNET



 Combate ao Ódio e à Informação errónea no Facebook e Twitter


No dia 30.06 o parlamento federal alemão aprovou uma lei para combater a desinformação (informação errónea) e de incitação (pôr veneno) na Internet

Com o argumento de que a Internet não é um espaço sem lei e que o código penal é o limite da liberdade, o ministro alemão da justiça conseguiu ver uma lei aprovada pelo Parlamento Federal, “contra o direito do punho” na Internet.

Empresas de internet, como Facebook e Twitter, estão sujeitos a punições até 50 milhões de euros. A lei é aplicável, depois de passar no Conselho Federal; empresas com um mínimo de dois milhões de usuários estão sujeitas à lei. A lei é apresentada sob a ideia de contradizer o ódio na Internet e de impedir afirmações falsas sobre pessoas e instituições principalmente em tempos de campanhas eleitorais. As empresas de internet (Facebook, etc.) são obrigadas apagar tais postagens no mais curto espaço de tempo.

A lei é contestável e certamente inconstitucional porque não diferencia entre informações tendenciosas falsas, incitação criminosa, sátira e liberdade de expressão. Torna-se difícil evitar o abuso sem infringir a liberdade de expressão
António da Cunha Duarte Justo

terça-feira, 4 de julho de 2017

O Presidente Turco motivou a proibição de campanhas na Alemanha a governantes estrangeiros

FINALMENTE O GOVERNO ALEMÃO PÔS-SE EM BICOS DE PÉS PERANTE ERDOGAN


O Gabinete Federal respondeu, com um decreto, ao desejo manifestado por Erdogan de, no âmbito da G20, fazer um comício para os seus conterrâneos residentes na Alemanha.

O governo não aceitou o pedido e elaborou um decreto que proíbe a personalidades de governos estrangeiros que não pertençam à União Europeia, manifestar-se para os seus grupos de modo a trazer conflitos de outros países para a Alemanha.

A maioria dos turcos, na Alemanha, tinham apoiado Erdogan no objectivo de implantar o fascismo na Turquia. Dentro de três meses haverá eleições para o parlamento federal alemão e a comunidade turca tem muitos membros com direito a voto na Alemanha por terem passaporte duplo.

A Alemanha suportou, durante muito tempo, as humilhações do ditador turco, entre outras a proibição de deputados alemães visitarem soldados alemães estacionados na Turquia. Como reacção, a Alemanha transfere os seus soldados de Incirlik para a Jordânia. 

Martin Schulz, candidato a Chanceler nas próximas eleições também tomou posição dizendo que “políticos estrangeiros, que no próprio país pisam os nossos valores com os pés, não devem ter um palco para discursos incendiários”.
António da Cunha Duarte Justo