segunda-feira, 7 de maio de 2018
ESTADOS CARRASCOS - PENA DE MORTE
O “Relatório Global sobre Sentenças de Morte e Execuções em 2017” regista que a maior parte das execuções se dão no Médio Oriente e no Norte de África. Segundo o relatório 90% das execuções realizam-se na região (847 das 933 mundialmente conhecidas: 507 no Irão e 146 na Arábia Saudita).
Amnistia Internacional acredita que na China são milhares de executados, mas na China as execuções são segredo de Estado.
Em 2017 foram registadas pelo menos 2 591 sentenças de morte em 53 países. Actualmente há 21 919 pessoas condenadas à pena de morte no mundo inteiro.
Em 20 países da África subsariana foi abolida a pena capital! O respeito pela humanidade vai crescendo no mundo.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo, http://antonio-justo.eu/?p=4778
domingo, 6 de maio de 2018
200° ANIVERSÁRIO DE KARL MARX
Karl Marx - Um Burguês socialista
António Justo
Karl Marx fundou o comunismo moderno em 1849 com a
publicação do Manifesto Comunista. No
século XIX em que a burguesia se afirmava e as utopias até então não resultavam,
procurou uma maneira de as tornar viáveis mediante a sua concretização numa
revolução a partir de baixo, uma revolução popular.
Não contou com a capacidade de desenvolvimento do
capitalismo nem com a economia social do mercado. Considerava a relação entre patrões
e operários como mera exploração e via a propriedade como roubo.
Alguns dos seus modelos sociais e económicos falharam
no socialismo real com as ditaduras comunistas que se serviam do terror, da
repressão e do controlo total.
Não imaginava a possibilidade da evolução do
capitalismo nem previa a possibilidade de um estado social nem tão-pouco a competição
de um capitalismo que proporciona também aos operários bens que os reis de então
não sonhariam; não imaginava que o Estado criaria autoridades (carteis) de
controlo que impedem um pouco os monopólios.
A crítica de Karl Marx ao capitalismo tornou-se hoje
actual nalguns pontos, apesar de ter falhado como sistema. O que Marx conseguiu
prever foi o globalismo onde empresas como Google, Amazon e outras dominam o
mercado.
A crise financeira e económica de 2007 e o globalismo
tornaram o capitalismo liberal mais agressivo dando uma certa oportunidade a algumas
ideias marxistas que se tornaram actuais: A concentração dos bens nas mãos de
poucos dá-lhes poderes com caracter de monopólio. Um dos problemas de muitas
multinacionais vem hoje do burocratismo em torno dos membros dos conselhos
fiscais das empresas, onde também políticos e sindicalistas se aninham.
Karl Marx errou ao pensar o comunismo como modelo
para o futuro. Permanece uma esperança para explorados e idealistas mal-informados.
Como consequência dos erros marxistas temos hoje os partidos socialistas em
grande crise nas sociedades onde o capitalismo de mercado, com a componente
social, é eficiente.
Marx era um crítico da burguesia, mas procurava levar
uma vida burguesa. Sobrevivia à custa do apoio económico do seu amigo Engels e
da mulher, que numa das suas voltas na Alemanha para angariar dinheiro, foi
traída por Marx, que fez um filho à criada. Sua esposa, uma pessoa nobre
liberal entregou-se totalmente à causa de Marx. Vivia conforma a
disponibilidade de dinheiro que ia tendo. Este comportamento de Marx parece
continuar a ser a pauta de orientação dos actuais líderes socialistas nos
diferentes Estados.
Como as leis do mercado são quem mandam, na sua
cidade natal, Trier, Marx, tornou-se, num ímã
do turismo.
O capitalismo, embora abusador, especialmente no
turbo-capitalismo (capitalismo liberalista) revela grandes potencialidades de
desenvolvimento e adaptação. Por isso, se for educado bem, é o sistema que terá
melhores perspectivas de sustentabilidade, até porque corresponde aos instintos
naturais do Homem.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo, http://antonio-justo.eu/?p=4772
quarta-feira, 2 de maio de 2018
RECENSÃO SOBRE O LIVRO “PEGADAS DA POESIA”
António Justo lançou o seu 2º livro na Arcádia
na Branca
A Arcádia -
Associação de Arte e Cultura em Diálogo promoveu no dia 7 de abril pelas 16h,
uma sessão de apresentação do livro de poemas “Nas Pegadas da Poesia”, de
António Justo. A apresentação do livro e do autor, esteve a cargo do professor
Eduardo Pereira, e a leitura de excertos do livro pelo autor e convidados,
havendo espaço ainda para alguns momentos musicais. Este 2º livro de António
Justo versa a poesia e todas as suas influências de uma vida dedicada às
letras, às palavras e à educação, e revela muito do próprio autor, que agora se
revela, expondo a sua mente a uma nudez desmesurada, exibindo os seus
pensamentos, alegrias e medos, perante o coletivo de amigos e convidados que
fazem parte do universo de amizades do autor. O autor consegue assim surpreender
mais uma vez aqueles que por ele nutrem uma amizade ou admiração profunda,
revelando uma faceta de escritor, que se julgava mais analítica e menos
poética.
01.05.2018
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