sábado, 14 de abril de 2018

ATAQUES DOS USA, FRANÇA E REINO UNIDO CONTRA A SÍRIA SEM MANDATO DA ONU


Engano e propaganda é uma tática eficaz

António Justo
No teatro das máscaras do mundo político quem pensa em justiça, parece não ver bem. 
A encenação dos Média e da Política como preparação do povo para legitimar o ataque feito, a noite passada, à Síria foram vergonhosas e humilhantes para cidadãos adultos e para uma política acreditável.

Isto é indigno de um continente que se quer apresentar como o cavaleiro dos valores e do Direito. A “Europa dos Valores” agride hoje, sem provas do emprego de gás pelo Regime de Assad, tal como fez em 2003 para atacar o Iraque.

Os EUA com a França e o Reino Unido bombardearam vários alvos na Síria, com base numa suspeita de o Regime de Assad ter usado contra os rebeldes, gás venenoso no fim de semana passada. Ao atacarem um aliado da Rússia complica-se a questão. Mas não matando soldados russos nem centros operacionais russos, o problema passa, como é comum nestas questões a não o ser!

O presidente francês Macron disse que havia evidências do emprego de gás venenoso, (por quem?) mas não as apresenta. Embaraçoso é o facto de horas antes, especialistas da Organização das Nações Unidas para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) terem pretendido visitar Duma (arrabalde de Damasco), no sábado, para verificar se tinham sido usadas armas químicas.

Segundo a imprensa alemã, Merkel, que se tinha negado a participar numa intervenção na Síria, defendeu a ação militar, classificando-a de "necessária e apropriada", apesar de ter sido feita sem mandato da ONU; os partidos AFD, Verdes e Esquerda criticaram-na como prematura e, além disso, torna-se destruidora de provas.

Assim a discussão perde-se numa questão de opinião. O estratega Putin está a sair-se bem desta tristeza.

Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, eles conseguiram interceptar 71 dos 103 mísseis.
Os interesses inatos para uma paz sustentável na Europa constarão em fomentar e manter boas relações com a Rússia! A longo prazo, o destino europeu dependerá em grande parte da Rússia que é um país "intercontinental".

Com esta intervenção militar, Trump desvia as atenções da sua pessoa na América e prepara o caminho para melhores relações entre as nações aliadas. 

Engano e propaganda é uma tática que sempre funciona. Os motivos para a guerra do Iraque e da Líbia foram mentiras e agora para atacar a Síria baseiam-se em suspeitas.

Se a guerra continuar, mais refugiados haverá a quererem entrar na Europa e, muito do povo europeu, em vez de chamar os seus políticos à razão, encontra o seu alibi na crítica aos refugiados.

A razão dos potentados não conhece limites!

António da Cunha Duarte Justo

37 comentários:

Anónimo disse...

Depois de atacarem a Síria, a América, França e Inglaterra vêm daqui a uns dias dizerem que não tem provas das armas químicas.
Toni Horta
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Não! Com esta intervenção conseguem destruir qulquer possibilidade de se ir analisar a questão como queria fazer a ONU com uma Comissão. Temo que também aqui se seguiu a mesma estratégia de desinformar o povo tal como aconteceu aquando da intervenção no Iraque: uma guerra justificada com a mentira!

Anónimo disse...

Concordo consigo António Justo, onde não existem provas, o melhor e mais seguro é mesmo mandar as bombas para fazer acreditar que as havia e até podiam ter esperado uns dias e deixado a Comissão investigar. Quem ainda se recorda da Mission Irak descrita por Hans Blix? Se os americanos, os ingleses e os franceses dizem que a Siria tem armas quimicas , todos os amigos da Nato já as viram. No caso do Irak assim foi.
João Rodrigues
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Toni Horta e João Rodrigues! O mais provável é que o Ocidente, devido a muitos erros políticos que tem cometido precisa de um inimigo comum para que o seu povinho e muitos dos Zés-Pereiras da Imprensa possam ser distraídos da realidade amarga do dia-a-dia e da situação irreflectida e sem saída para que se caminha!

Anónimo disse...

Nem houve vitimas?? Digo isto porque há balas que matam e outras purificam!!
Isaias Afonso
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Vítimas russas não podia haver porque isto não favoreceria os interesses ocidentais e dos vários interessados em repartir a Síria em zonas de influência e de negócio para os parceiros que a irão reconstruir depois!

Anónimo disse...

Bem sei que não disponho de informação completa ao estilo da que dispõem os Serviços Secretos mas creio que Assad deve ser mantido a todo o custo no poder. A ser substituido por «democratas» sunitas, vai ser o bom e o bonito…
Henrique Salles da Fonseca
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António da Cunha Duarte Justo disse...

A Síria uma cultura exemplar de multicultura está em perigo de se tornar num estado semelhante às monoculturas vizinhas. E tudo isto com auxílio do Ocidente que não respeitou um estado soberano e se aproveitou para apoiar grupos extremistas tal como fizeram na Líbia!

Anónimo disse...

Nem sunitas nem xiitas !! Os alaoitas chegam !!
Isaias Afonso
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Os alaoitas são o grupo mais tolerante do Islão. Sob a sua regência no passado havia um verdadeiro multiculturalismo na Síria que incomodava grande parte dos outros estados muçulmanos vizinhos!

Anónimo disse...

https://www.facebook.com/patrick.ganster.3/posts/10215973190632541
Patrick Ganster
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Der Eingriff basiert auf Vermutungenund Hypothesen und nicht auf bewiesenen Fakten; und hatte nicht die Legitimität des Völkerrechts (UN).
Danke Patrick für die Dokumentation der Interessenlage von Merkel!

Anónimo disse...

Depois de sete anos de absurdas guerra internas. Tudo pode acontecer na região.
Jorge Rosmaninho
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

Sim, caro Jorge Rosmaninho, mas o facto de tudo poder acontecer não legitima o acontecido que para mais se deu contra a regulamentação da ONU e sem provas na mesa.

Anónimo disse...

Bravo, Antonio!
https://scontent-frx5-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/30716513_927890690718086_3842443524444258304_n.jpg?_nc_cat=0&_nc_eui2=v1%3AAeFqO2Lsmj1In9kDIPp8AXg1WsFxh6oxd6QpN1HFYAqwC_CPrBKYoN5u7erDSIAGD7WO0VWbiY1E1z7A_QlysTHTxSZ0GozD96Sdctn867QhsA&oh=8e3a8418519acfd7ad1edb1e50bc913a&oe=5B6E17C5
Ksenija Duhovic-Filipovic
FB

António da Cunha Duarte Justo disse...

“Westliche Werte” sind hier die Interessen, die die europäischen Mächte in ihre Bürger einbringen wollen. “Valores ocidentais”, são, aqui, os interesses que as potências europeias querem fazer engulir aos seus cidadãos.

Anónimo disse...

Houve 113 reuniões para haver uma solução, mas com esse tipo de governante só a guerra clara tem jeito. O mundo não aguenta mais essa guerra absurda.
Jorge Rosmaninho

António da Cunha Duarte Justo disse...

Aquele governante tinha um plano de democratização da sociedade mas tornou-se dictatorial ao deparar-se com os grupos terroristas crescentes que eram apoiados uns pelos USA e Europa, Arábia Saudita e Turquia, outros pelo Irão e o regime governante pela Rússia. Por que devemos continuar a ser os cherifes do mundo? Porque não aprendemos com os males que provocamos com a intervenção no Iraque, Líbia, Afeganistão? Porque não permitimos aos outros povos o processo de colonização interna que nós europeus temos atrás de nós (em parte em processo ainda através da EU) e nos possibilitou estabilidade futura e não apenas as guerrilhas contínuas? Com as nossas intervenções, também na Síria, estamos a servir-nos a nós e a impossibilitar a formação de povos coesos na África. O que os potentados querem é pessoas que os apoiem na sua estratégia de intervenção violenta através do estrangeiro!

Anónimo disse...

POR TUDO O K OUVI E CONHEÇO FORAM JUSTOS! ANTÓNIO! ESTAMOS EM GUERRA DISFARÇADA HÁ ANOS! POIS VENHA ELA!!! ´NÃO ACREDITO NUMA SÓ PALAVRA DOS RUSSOS NEM DOS ÁRABES!!!!XXX
Colili Martins

António da Cunha Duarte Justo disse...

Eu esperava maior racionalidade e sangue frio da parte do Ocidente. Nisto não há inocentes; todos são cúmplices. O papel do cidadão é fazer dominar a racionalidade e a humanidade na política e não justificar os seus erros como se tem visto na História recente em África. O Ocidente tem sido um factor de desinstabilização. Os erros dos outros não podem justificr tal actuar.

António da Cunha Duarte Justo disse...

As absurdas guerras internas na Síria foram aproveitadas, pelas potências mundiais e pelos pretendentes a hegemonias vizinhas, para fazer o próprio jogo, intervindo contra o regime que, embora não satisfaça critérios ocidentais de governo, é legítimo e de direito. O Ocidente e os sunitas e islamistas radicais (IS) estavam interessados em destruir o Estado sírio por isso repetiram o mesmo erro que fizeram com o Iraque e com a Líbia. A estas acções se deve em grande parte os problemas que a sociedade europeia tem e terá com o islão no seu meio.
A intervenção não vem solucionar nada. Vem apenas fomentar os amantes da violência na solução dos problemas.

Anónimo disse...

É assim mesmo, Antonio. Esqueceu-se do ponto: a destruição da jugoslávia a partir de 1992…. foi cuidadosamente preparada na cozinha americana, hoje em dia, em redes sociais, documentos sobre o assunto. O que é que uma potência mundial tem de procurar num outro país, mesmo que o regime neste país não seja o que a potência mundial quer, é essa a questão interna das pessoas que ali vivem. Eles devem resolver as suas próprias divergências sozinho, não importa qual religião, nação, ECT ECT. Uma democracia nunca pode ser importada e nunca pode ser feita com bombas e violência. Nós, os balcãs, sabemos isso muito bem. Tudo mentira! Só se cria o solo para o novo fascismo. E pelo terror aqui na Europa ocidental.
Ksenija Duhovic-Filipovic

António da Cunha Duarte Justo disse...

A mesma política da destruição da Jugoslávia pelos aliados estamos hoje a pagá-la para que a violência não dê nas vistas. Estas coisas são tabus para o nosso regime; o povo europeu não deve falar nem saber o que se passou nem o que se passa; o dinheiro cobre tudo. Com as nossas ingerências na política interna de outros povos estamos a levar a nossa democracia e os nossos valores ao descrédito. Os poderosos sabem que para o povo basta pão e vinho para satisfazer a sua ânsia de saber e investigar, por isso permitem-se atuar contra os princípios declarados porque o povo que só conhece pão não se preocupa como se faz a lavoura! Por outro lado, estas questões são tão complexas e difíceis de compreender mesmo para quem dedica grande parte do tempo a estas coisas, que se dirá então para aqueles que apenas só podem petiscar. Resta-lhes a satisfação da própria opinião. A realidade é complexa e nunca se pode equacionar numa fórmula que só tenha lugar para o verdadeiro e para o falso. Não se pode culpar o povo destas coisas ou de ser monossílabo porque as diferentes sociedades têm uma política de informação dirigida para os próprios interesses e procura mais ou menos directamente lavar o cérebro às pessoas. Quem legitima a intromissão de um povo nos assuntos/negócios dos outros legitima ainda mais guerra. Fatal é a realidade do bem estar das grandes potências se realizar em parte à custa dos mais pequenos e assim se vive numa espiral de violência que com altos e baixos ganha foros de sustentabilidade. O instinto bélico é inerente ao Homem e só uma cultura verdadeiramente de paz o conseguiria dominar em parte. De resto se observamos muitas pessoas nas famílias, nos grupos nas instituições, tem-se a impressão que muitas vezes, cada um anda a fazer a sua guerra!

Anónimo disse...

E A Russia na Ucrânia?
Alexandre Machado

António da Cunha Duarte Justo disse...

Exactamente. Um erro não explica o outro e menos ainda os que pensam que têm a verdade do seu lado.

Anónimo disse...

Nao tenho ainda informação formada sobre os atakes, mas acho muito estranho estas mensagens e depois ninguém falar nos aliados corruptos que um deles é a Rússia, e os ataques k eles fazem também, mas na Russia ninguem pega, porque “aparentemente” nao faz parte da Europa, entao nao tem de ser civilizada também…
Ana Filomena Fernandes

António da Cunha Duarte Justo disse...

Nesta parte do artigo trata-se da acção dos Média como instrumentos de preparação das massas populares para acharem natural a intervenção.
Tal como na Crimeia trata-se aqui de um assalto. Um erro não explica o outro e menos ainda o dos que pensam que têm a verdade do seu lado.

António da Cunha Duarte Justo disse...

DECLARAÇÃO DOS PATRIARCAS DE ANTIOQUIA E DE TODO O ORIENTE:Nosotros, los patriarcas: Juan X, patriarca ortodoxo griego de Antioquía y todo el Oriente, Ignacio Aphrem II, patriarca ortodoxo sirio de Antioquía y todo el Oriente, y José Absi, patriarca greco-melquita-católico de Antioquía, Alejandría y Jerusalén, condenan y denuncian la brutal agresión que tuvo lugar esta mañana contra nuestro precioso país, Siria, por parte de EE. UU., Francia y el Reino Unido, bajo las acusaciones de que el gobierno sirio utilizó armas químicas. Levantamos nuestras voces para afirmar lo siguiente:

1. Esta brutal agresión es una clara violación de las leyes internacionales y de la Carta de la ONU, porque es un asalto injustificado a un país soberano, miembro de la ONU.

2. Nos causa un gran dolor que este asalto provenga de países poderosos a los que Siria no causó ningún daño de ninguna manera.

3. Las acusaciones de los EE. UU. Y otros países de que el ejército sirio está utilizando armas químicas y de que Siria es un país que posee y usa este tipo de arma, es una afirmación que no está justificada y no está respaldada por pruebas suficientes y claras.

4. El momento de esta agresión injustificada contra Siria, cuando la Comisión Internacional Independiente de Investigación estaba a punto de iniciar su trabajo en Siria, socava el trabajo de esta comisión.

5. Esta brutal agresión destruye las posibilidades de una solución política pacífica y conduce a una escalada y más complicaciones.

6. Esta agresión injusta alienta a las organizaciones terroristas y les da impulso para continuar en su terrorismo.

7. Hacemos un llamamiento al Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas para que desempeñe su papel natural en la tarea de lograr la paz en lugar de contribuir a la escalada de las guerras.

8. Llamamos a todas las iglesias en los países que participaron en la agresión, a cumplir con sus deberes cristianos, de acuerdo con las enseñanzas del Evangelio, y condenamos esta agresión y llamamos a sus gobiernos a comprometerse con la protección de la paz internacional.

Saludamos la valentía, el heroísmo y los sacrificios del Ejército Árabe Sirio que valientemente protege a Siria y brinda seguridad a su pueblo. Oramos por las almas de los mártires y la recuperación de los heridos. Confiamos en que el ejército no se doblegará ante las agresiones terroristas externas o internas; continuarán luchando valientemente contra el terrorismo hasta que cada pulgada de la tierra siria sea limpiada del terrorismo. Asimismo, encomiamos la valentía de los países que son amigos de Siria y su pueblo.

Ofrecemos nuestras oraciones por la seguridad, la victoria y la liberación de Siria de todo tipo de guerras y terrorismo. También rezamos por la paz en Siria y en todo el mundo, y hacemos un llamamiento para fortalecer los esfuerzos de la reconciliación nacional con el fin de proteger al país y preservar la dignidad de todos los sirios.

14 de abril de 2018 em http://www.infocatolica.com/?t=noticia&cod=32034&utm_medium=email&utm_source=boletin&utm_campaign=bltn180415&icid=10f734d00a4b5df8c686f96691b92c74

Anónimo disse...

Tem que bombardear mesmo, deveria ter rolado a cabeça daquele ditador safado. Não sei como alguém queira defender um bando de mulçumanos que quer acabar com o ocidente…
Vinicius Martins

António da Cunha Duarte Justo disse...

As intervenções do Ocidente na Antiga Jugoslávia, no Iraque, na Líbia, no Afeganistão e na Síria só servirm para desinstabilizar os sistemas locais e para provocar a vinda de muçulmanos muitíssimos para a Europa (entre eles muitos terroristas). Em todas as intervenções o islão ficou sempre a ganhar!

António da Cunha Duarte Justo disse...

Coloco, em português, a declaração dos Declaração dos Patriarcas das Igrejas Sírio-Ortodoxa de Antioquia, Ortodoxa Antioquena e Greco-Católica Melquita sobre os ataques a Síria.
Nós, os patriarcas: João X, Patriarca Ortodoxo Grego de Antioquia e todo o oriente, Inácio Aphrem II, Patriarca Ortodoxo Sírio, Patriarca Greco-Católico de Antioquia, Alexandria e Jerusalém, CONDENAMOS e DENUNCIAMOS a brutal agressão que teve lugar nesta manhã contra nosso precioso país, a Síria, pelos EUA, França e Reino Unido, sob alegações de que o governo Sírio usou armas químicas. Nós afirmamos que:

1. Esta agressão brutal constitui uma clara violação das leis internacionais e da carta das Nações Unidas, porque é um ataque injustificado a um país soberano, membro da ONU.
2. Isso causa-nos grande dor que este ataque vem de países poderosos para os quais a Síria não causou qualquer dano.
3. As alegações dos EUA e de outros países que o exército sírio está a utilizar armas químicas e que a Síria é um país que possui e utiliza este tipo de arma, é uma alegação que é injustificada e não suportada por provas suficientes e claras.
4. O momento desta agressão contra a Síria, quando a comissão internacional independente de inquérito estava prestes a iniciar o seu trabalho na Síria, mina o trabalho da comissão.
5. Esta brutal agressão destrói as possibilidades de uma solução política pacífica e conduz a uma escala mais complicada.
6. Esta agressão injusta encoraja as organizações terroristas e dá-lhes ímpeto para continuarem no seu terrorismo.
7. Nós chamamos todas as Igrejas dos países que participaram para cumprir seu dever cristão, de acordo com os Ensinamentos do Evangelho, e condenar essa agressão, chamando seus governantes para comprometerem-se com a proteção da paz internacional.
8. Nós chamamos o conselho de segurança das Nações Unidas para desempenhar o seu papel natural de promover a paz em vez de contribuir com o aumento de guerra.
9. Saudamos a coragem, o heroísmo e os sacrifícios do exército árabe Sírio, que corajosamente protege a Síria e fornece segurança ao seu povo. Rezamos pelas almas dos mártires e pela recuperação dos feridos. Estamos confiantes de que o exército não se vai perante as agressões externas ou internas; continuarão a lutar corajosamente contra o terrorismo até que cada centímetro da terra Síria seja purificada do terrorismo. Nós, de igual modo, elogiamos os países amigos da Síria e do seu povo.

Oferecemos nossas orações pela segurança, vitória e libertação da Síria de todo o tipo de guerras e terrorismo. Também rezamos pela paz na Síria e em todo mundo, e apelamos ao reforço dos esforços da reconciliação nacional para proteger o país e preservar a dignidade de todos os sírios.

Anónimo disse...

Ontem ouvi um pastor dizer isso e não acreditei no homem e agora vejo que afinal o homem tem razão.
Ana Maria Soares

António da Cunha Duarte Justo disse...

Realmente, para podermos ter uma opinião bastante fundada é preciso ouvir-se as vozes de diferentes “sinos”, e em especial a dos que afirmam e a dos que negam! Então não serão só o outro a falar em nós.

Apesar de todas as injustiças e barbaridades praticadas pelos diversos agentes envolvidos no conflito da Síria, na Europa não devem ser mostradas reportagens que demonstrem o apoio de grande parte do povo sírio ao seu presidente porque estragariam o nosso penteado mental e o nosso formato!
Coloco aqui um link de outras perspectias: https://www.facebook.com/chadi.youssef.739/posts/372119396607848

Anónimo disse...

Não é assim! Lido com Sírios diariamente e todos eles são contra o seu presidente. E observando estas imagens com olhos de ver, não me parecem atuais, é que não há cenários de guerra, casas destruídas e afins em nenhuma delas. Todos os Sírios com quem lido nem a bandeira do Estado reconhecem como a sua bandeira, mas sim a dos rebeldes que tem menos uma estrela. Atenção à não informação!….
Carla Moita

António da Cunha Duarte Justo disse...

Se é assim ou não, não se deixa basear apenas por um ou outro relato. Tenho um colega amigo na Síria e em quem ponho confiança que, nem sendo pelo regime nem contra ele, descreve as coisas de maneira que não correspondem a um pensar preto/branco que tem dominado os nossos meios de comunicação social na Europa, um pensar de certezas feito, embora de substracto, muitas vezes, hipotético.
Faz lembrar a conversa fiada aquando da preparação da opinião pública ocidental para a intervenção militar no Iraque. Não sei se ainda te recordas do que o primeeiro ministro inglês Blair disse depois: tinham-se enganado! A propaganda dos nossos média hoje faz-me lembrar a de então! Precisamente para criar espaço para aquilo de que geralmente se não informa, coloco aqui tais informações. Sou do parece de que quem lê só por um livro depende demasiado da própria convicção. Por isso gosto de apresentar as coisas sob várias perspectivas dado a realidade ser a-perspectiva e não ser reduzível a sim ou não ou a verdadeiro ou falso.

Anónimo disse...

Eu fiquei quase toda a noite a estudar, porque fiquei muito confusa com a afirmação deste pregador de uma Igreja Evangélica muito conhecida . Fez – me imensa confusão dedicado aos vídeos que eu vi daquelas crianças. Ele diz que ninguém tem o direito de ir atacar a Síria e nem nenhum outro país qualquer! Que haja paz na nossa nação !
Ana Maria Soares

António da Cunha Duarte Justo disse...

Em cada regime, mesmo nos mais democráticos, há muitos elementos manipuladores da opinião; os interesses dos que se aninham num sistema criam uma atmosfera de verdade própria baseada no contra o outro e está é absorvida por osmose pelas massas. Por isso os diferentes sistemas têm e vivem da sua verdade cega. Razão, para o povo, tem sempre o mais forte! Já viu algum sistema a falar dos seus erros e equívocos. Não o fazem porque o povo tem de viver de certezas, não aguenta a complexidade das coisas.